A Delegacia de Homicídios de Cascavel voltou a prender um homem de 20 anos investigado pelo assassinato de Daniel Santana, caso que marcou o primeiro homicídio de 2026 na cidade.
A nova captura ocorreu após decisão judicial de 19 de agosto restabelecer a prisão preventiva. O suspeito foi localizado em via pública no bairro Getúlio Vargas, em Laranjeiras do Sul.
O episódio ganhou repercussão pela violência extrema do crime. Segundo a Polícia Civil, a vítima foi morta em 1º de janeiro, no bairro Universitário, e depois decapitada.
O que levou à nova prisão do acusado
De acordo com a investigação, o réu estava solto com medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, após decisão favorável em habeas corpus.
Na sequência, uma nova ordem judicial restabeleceu a prisão preventiva, o que levou a Delegacia de Homicídios a iniciar diligências imediatas.
Os policiais apuraram que o investigado havia deixado Cascavel e poderia estar em Laranjeiras do Sul. A 2ª Subdivisão Policial do município foi acionada para apoiar a localização.
- Decisão judicial foi expedida em 19 de agosto de 2026
- Prisão ocorreu com apoio policial fora de Cascavel
- Suspeito foi encaminhado ao Depen local
Como a Polícia Civil reconstrói o caso
Segundo a apuração divulgada pela própria DH, Daniel Santana tinha 37 anos e foi morto após uma briga ocorrida nas proximidades de um bar.
O corpo foi encontrado em área de mata na marginal da BR-277. A cabeça da vítima, conforme a investigação, foi levada em uma sacola até a casa da irmã do suspeito.
Esse detalhe transformou o caso em um dos mais chocantes do ano. A cronologia divulgada indica que a irmã acionou a Polícia Militar logo após perceber a gravidade da situação.
- Briga teria antecedido o homicídio
- Crime foi registrado em 1º de janeiro de 2026
- Família do suspeito acionou a polícia
- Prisão em flagrante ocorreu horas depois
Por que o caso segue em destaque no plantão policial
A recaptura recoloca o processo no centro do noticiário criminal de Cascavel, porque envolve revisão de medida judicial e mobilização entre forças policiais de duas cidades.
Em outra frente, a Prefeitura informou neste mês que a Patrulha Maria da Penha ampliou ações de proteção às mulheres, reforçando o cenário de atenção permanente à segurança pública local.
Nos bastidores do caso Daniel Santana, a defesa havia levantado questionamentos processuais anteriores. Agora, com a nova decisão, o investigado permanece à disposição do Judiciário.
O portal da CGN também informou que a Guarda Municipal atendeu outra ocorrência recente de grande repercussão, sinalizando uma semana de forte movimentação no plantão policial cascavelense.
Até a tarde deste domingo, 23 de agosto de 2026, não havia indicação pública de nova audiência sobre o mérito do homicídio. O caso segue sob acompanhamento da Justiça do Paraná.
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